RSS
Planos Diretores Participativos em discussão na Assembleia Legislativa

ARTIGO: O Estaleiro da OSX e o silêncio da UFSC

Estaleiro da OSX em Biguaçu*

Chamada para Plenária do Fórum da Cidade

Respaldo ao ICMBio - A UFECO aprova Moção de Apoio

Grupo de RAP Nacional Inquérito presente no Encontro Estadual Nação Hip Hop Brasil - Movimento Pensante

Banda Larga e Livre

MinC anuncia, no FISL 2010, edital de apoio ao desenvolvimento do software livre

FISL chega à sua 11ª edição e coloca em debate as novas tecnologias e seus impactos socioculturais

Experiências colaborativas em discussão no Laboratório Cultura Viva

Tuxáua Thiago Skárnio participa de discussão sobre Direito Autoral em São Paulo

Pontões da UFSC e Ganesha promovem Oficina de Conceitos e Práticas de Cultura Digital

Três dias de cultura HIP-HOP na Passarela do Samba, em Florianópolis

Videoclipe produzido durante a Teia Sul divulga a cultura Griô

Seminário possibilita debate sobre diretrizes para o desenvolvimento cultural de SC




>> Quem somos >>
 
O que são TV's Comunitárias

São TVs independentes que promovem a apropriação pública da tecnologia e de espaços na mídia televisiva. Os papéis de emissor e receptor da mensagem se confundem na TV comunitária; todos os que delas participam são críticos e ativos no processo.

O canal comunitário nas operações de tevê a cabo é o espaço reservado para a divulgação de assuntos de interesse das comunidades locais. Ele é um dos seis canais de acesso público criado pela Lei da TV a Cabo (Lei nº 8.977, de 6 de janeiro de 1995). A partir de então, toda a comunidade pode ter acesso aos processos de produção das mensagens exibidas posteriormente em espaços públicos como praças, colégios, igrejas, hospitais, centros comunitários, associações de bairro ou por onde passar o cabo. A produção de vídeo comunitário não se aprende com aulas, regras ou exemplos, apesar de que estes insumos possam servir de grande auxílio. As formas de proximidade com a comunidade podem ser variadas, das quais decorrerão riscos e descobertas.

A produção em si não tem regras rígidas. Também não comporta malabarismos de edição; a sofisticação da narrativa fica por conta da captação criativa e da produção de um ou outro elemento visual atraente. Cria-se um desafio na construção da linguagem e da metodologia, desmistificando os grandes veículos e abrindo novas possibilidades.

TVs Comunitárias são espaços criativos, participativos e de produção simples. Proporcionam a regionalização da comunicação televisiva, compromissada apenas com a postura ética, dada a sua abertura a livre participação. Sua função é exercer, de fato, a democracia participativa. Existe um mundo desconhecido pela sociedade em relação às comunidades. Com a TV Comunitária, o Brasil pode começar a olhar para suas diversas e verdadeiras faces.



Tecnologia: Licença: