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Introdução à Crítica Cinematográfica
A oficina foi ministrada entre 24 e 26 de maio, das 8 às 12h e das 14 às 18h, na Biblioteca Central da UFSC. Os selecionados foram notificados a partir de 21 de maio.
 
Ementa:
 
A oficina de Introdução a Critica Cinematográfica, composta de seis encontros em três dias, com duração variável de três a quatro horas por encontro, não visa formar críticos profissionais, mas propor caminhos para uma formação crítica. Há uma diferença entre formar críticos e formação critica. Não lidaremos com uma suposta forma correta de escrever resenhas para jornais ou críticas ensaísticas, mas com possibilidades diferentes de lidarmos com os filmes, levando-se em conta suas especificidades, sua estrutura, o estilo de encenação, a visão construída no enfoque de seu universo de personagens e ambientes, mas também sua inserção em um universo mais amplo (a história do cinema, a filmografia do diretor, o momento histórico do cinema, a inserção em uma produção nacional, com todas as implicações e problemas de cada uma dessas relações).
 
Nos seis encontros, trabalharemos com alguns textos e querelas fundamentais da crítica de cinema no século XX, expondo em alguma medida uma noção de genealogia histórica, sem deixar de levarmos em conta a tradição crítica nas artes visuais e na literatura, ao menos em suas matrizes mais recorrentes e permanentes na história da crítica de arte. Em alguns desses textos, colocaremos em questão as razões centrais da existência da crítica, assim como os métodos e critérios para se analisar e julgar um filme por um prisma artístico. Levaremos em conta a crítica moral, a crítica formalista, a critica ideológica, a crítica humanista, a crítica autorista.
 
Arte e indústria, arte e cultura, o cinema é movediço e híbrido, pois, talvez, sua identidade artística, se comparada a outras artes, solicite enfoque específico, sem abrir mão das possíveis conexões com literatura, teatro e artes visuais. No entanto, permanece a dúvida: quais são as características definidoras do cinema como arte? Toda arte é boa? O que faz um filme ter ou não valor estético? O crítica funda seus próprios critérios para valorar ou não uma obra? Qual a relação entre subjetividade e objetividade em uma crítica? São muitas as perguntas, pois, como seu termo em latin designa, crítica é crise, por em crise, estabelecer perguntas e questionamentos, procurando pensar a partir dessas indagações, por sua vez alimentadas pela obra.
 
Durante os seis encontros, os participantes escreverão textos sobre curtas e longas metragens. O orientador irá ler cada um desses textos e avaliá-los para uma discussão mais ampla. Esses textos serão produzidos nas próprias aulas, mas, ao final do curso, cada estudante produzirá um texto maior, mais analítico, sobre um filme a ser decidido. Esse texto será enviado ao orientador, que o comentará após a leitura.
 
RECORTE PROPOSTO
 
A crítica em outras artes. Os primeiros críticos e teóricos do cinema. A Política dos Autores na França dos anos 50. O culto da mise en scéne. Travelling como questão de moral e moral como questão de travelling. A hegemonia do tema. Os ataques de David Borwell ao interpretacionismo. Por dentro do filme e no entorno do filme. Os principais críticos de cinema no Brasil. A situação atual na imprensa e na internet. Do que falam os críticos?
 
 
Sobre o ministrante
Cléber Eduardo é integrante do Conselho Editorial da revista Cinética, colaborador da revista Filme Cultura, professor de teoria e roteiro do curso de graduação em Audiovisual no Centro Universitário Senac, professor de história do documentário da Academia Internacional de Cinema e aluno do programa de pós graduação em Estudos dos Meios e da Produção Midiática na ECA-USP. É diretor, roteirista e montador dos curtas Almas Passantes (2008) e Rosa e Benjamin (2009). Prepara-se para dirigir em julho o ensaio audiovisual Digressões


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