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Conseguimos!

"Conseguimos!",exclamou Greta Berlin, porta-voz da operação “Navio Gaza livre”, exausta, mas feliz de ver a alegria desta cálida multidão que Israel encarcera num gueto e que tinha comparecido a aclamar a chegada dos navios Free Gaza e Liberty (*).

Conseguiram. Ousaram desafiar a marinha militar israelense. Não se deixaram intimidar pelas incessantes ameaças de morte. Chegaram a bom porto!

Para evitar qualquer equívoco, a jornalista britânica Yvonne Ridley, que junto com uma quarentena de outros navegantes participou nesta expedição heróica, declarou: «Quero aclarar em seguida o seguinte: Israel não nos deu permissão para entrar em Gaza. A realidade é que sua armada nem sequer tentou de nos impedir porque sabia que não podia nos deter» [1].

As autoridades israelenses tinham compreendido muito bem que estes navegantes não se deixariam intimidar. E que nada, nem a sabotagem de seus meios de comunicação e de navegação, nem as ameaças de morte podiam deter nem submeter a sua determinação de ir a Gaza por mar; que nada obstaculizaria seu objetivo de alertar a opinião pública internacional sobre o assédio medieval que Israel impõe à população de Gaza com a cumplicidade dos Estados Unidos e da União Europeia.

A chegada do Free Gaza e do Liberty não se considera um fim, senão o início dum protesto de maior amplidão da opinião pública internacional contra as imundas condições de vida impostas deliberadamente aos habitantes de Gaza pela potência ocupante israelense.

Acreditamos que é urgente cortar com estes representantes da Autoridade Palestina reconhecidos pela “comunidade internacional” e aos que o povo palestino desautorizou porque colaboravam com o ocupante israelense.

Também é urgente que nossas autoridades parem de manter Hamas à margem do jogo político e parem de qualificá-lo de “terrorista”.

É totalmente irresponsável por parte das grandes nações se negar a dialogar com os representantes eleitos de Hamas e negar-lhes o direito de ser armarem e a defender seu povo perseguido pelo violento ocupante militar que é Israel.

Hamas é um movimento de resistência. Tem toda a legitimidade para proteger e defender seu povo.

(*) Ambos navios chegaram em Gaza na noite de 23 de agosto. Leia o comunicado de imprensa do Movimento Free Gaza:

 

http://www.silviacattori.net/article522.html

 

Em relação às repercusões da missão Free Gaza, ler os textos publicados nesta página web:

 

- em francês na seção «Textes choisis»

 

 

 

 

 

 

  • e em inglês na seção "Selected texts".
  •  

     

     

     

     

    Página web Free Gaza:http://www.freegaza.org

     

    Para a canção de Free Gaza: http://www.anis-online.de/office/events/FreeGazaSong.htm

     

    [1] Link dos artigos publicados em inglês por Yvonne Ridley:

     

    http://www.presstv.com/sections.aspx ?sectionid=3510216

     

    Link com o original: http://www.silviacattori.net/article524.html

     

    Traduzido do francés por Beatriz Morales Bastos.

     

    Versão em português: Tali Feld Gleiser de América Latina Palavra Viva.

     

     

     

    "¡Lo hemos conseguido!"

     
     

    Por Silvia Cattori.

    «¡Lo hemos conseguido!», exclamó Greta Berlin, portavoz de la operación "Barco Gaza libre", extenuada pero feliz de ver la alegría de esta cálida multitud a la que Israel encarcela en un ghetto y que había acudido a aclamar la llegada de los barcos Free Gaza y Liberty (*).

     

    Lo han logrado. Han osado desafiar a la marina militar israelí. No se han dejado intimidar por las incesantes amenazas de muerte. ¡Han llegado a buen puerto!

     

    Para atajar cualquier equívoco, la periodista británica Yvonne Ridley, que junto con una cuarentena de otros navegantes ha participado en esta expedición heroica, declaró: «Quiero aclarar en seguida lo siguiente: Israel no nos ha dado permiso para entrar en Gaza. La realidad es que su armada ni siquiera ha tratado de impedírnoslo porque sabía que no podía detenernos» [1].

     

    Las autoridades israelíes habían comprendido muy bien que estos navegantes no se dejarían intimidar. Y que nada, ni el sabotaje de sus medios de comunicación y de navegación, ni las amenazas de muerte podían detener ni doblegar su determinación de ir a Gaza por mar; que nada obstaculizaría su objetivo de alertar a la opinión pública internacional acerca del asedio medieval que Israel impone a la población de Gaza con la complicidad de Estados Unidos y de la Unión Europea.

     

    La llegada del Free Gaza y del Liberty no se considera un fin, sino el inicio de una protesta de mayor amplitud de la opinión pública internacional contra las inmundas condiciones de vida impuestas deliberadamente a los habitantes de Gaza por la potencia ocupante israelí.

     

    Creemos que es urgente cortar con estos representantes de la Autoridad Palestina reconocidos por la "comunidad internacional" y a los que el pueblo palestino ha desautorizado porque colaboraban con el ocupante israelí.

     

    También es urgente que nuestras autoridades dejen de mantener a Hamas al margen del juego político y dejen de calificarlo de "terrorista".

     

    Es totalmente irresponsable por parte de las grandes naciones negarse a dialogar con los representantes electos de Hamas y negarles el derecho armarse y a defender a su pueblo perseguido por el violento ocupante militar que es Israel.

     

    Hamas es un movimiento de resistencia. Tiene toda la legitimidad para proteger y defender a su pueblo.

     

    (*) Ambos barcos llegaron a Gaza la noche del 23 de agosto. Véase el comunicado de prensa del Movimiento Free Gaza:

     

    http://www.silviacattori.net/article522.html

     

    Por lo que se refiere a las repercusiones de la misión Free Gaza, véase también los textos publicados en esta página web:

     

    - en francés en la sección «Textes choisis»

     

     

     

     

     

     

  • y en inglés en la sección "Selected texts".
  •  

     

     

     

     

    Véase también la página web Free Gaza:

     

    http://www.freegaza.org

     

    Para la canción de Free Gaza:

     

    http://www.anis-online.de/office/events/FreeGazaSong.htm

     

    [1] Enlace de los artículos publicados en inglés por Yvonne Ridley:

     

    http://www.presstv.com/sections.aspx ?sectionid=3510216

     

    Algunos de sus artículos se han reproducido en esta página web (véase, en la sección en inglés, en la sección «selected texts»).

     

    Enlace con el original: http://www.silviacattori.net/article524.html

     

    Traducido del francés por Beatriz Morales Bastos